Daniel Gorgulino Andrade, trabalhou na Expo -Táxi,Rádio-Táxi, que encerrou suas atividades há anos, com cadastro ativo no DTP, no alvará de seu táxi, constava o TC da Rádio-Táxi, sem identificação das faixas, seu táxi foi apreendido pela fiscalização.
Apreensão ocorreu dia 23 de janeiro, uma hora da manhã, na Rua Joaquim Floriano, em seu ponto, enquanto aguardava passageiro,. O veículo foi levado pela fiscalização para o pátio do (DTP). Dia 24, Daniel foi retirar o veículo e saiu com o taxímetro lacrado para impedir trabalhar. Quase diariamente ele entrava em contato com o DTP, a resposta recebida era aguardar, assim ficou 28 dias sem trabalhar, dia 21 de fevereiro, foi autorizado pelo diretor do (DTP) a deslacração e ainda pagou R$ 645,90, para baixar o TC de seu alvará.
Em 2023, Daniel renovou o alvará e o TC, continuou, mesmo sem Rádio Táxi estar em atividade. A falta de controle do departamento ocasiona prejuízo ao taxista de 28 dias sem trabalhar. Se os fiscais fossem informados da situação da Expo-Táxi, o táxi de Daniel não teria seu táxi apreendido.
24 anos na praça sem reclamação
“Trabalho na praça há 24 anos, nunca passei por tanta dificuldade como vem passando, por ser impedido de trabalhar. Nestes 24 anos, nunca fui intimado por esse departamento, por reclamação de passageiro. Constar o TC da Rádio-Táxi em que trabalhei não vejo isso como irregularidade contra minha pessoa. Se têm irregularidade é do próprio DTP que deveria acompanhar atividade desta Rádio-Táxi e tantas outras”, questionou Daniel.
“Seria mais fácil, baixar o TC, cobrar a taxa e não impedir o meu trabalho. Não tenho outra fonte de renda a não ser dos proventos do táxi. Estou vivendo porque minha esposa trabalha. Sem seu trabalho, para o nosso sustendo, nossa situação seria desesperadora. Quem deveria ser punido seria o responsável da Expo-Táxi, por manter seu cadastro ativo no (DTP), sem ter táxi circulando com sua identificação, deveria ter solicitado baixa”, protestou. “Fiscalizar, estar correto, o que não dar para aceitar é as injustiças cometidas pelos fiscais por falta de informação do departamento”, citou Salomão.
Desespero por ser impedido ao trabalho
Daniel procurou à redação da Folha do Motorista, em busca de apoio. Salomão ligou para o DTP e procurou o diretor Roberto Cimatti, sendo atendido pelo Senhor Valdomiro. Ao questionar apreensão, foi passada para o Senhor Marco Antonio, que solicitou o comparecimento de Daniel no Bloco C, para os procedimentos, de baixa do TC. O jogo do empurra, empurra tirou Daniel do trabalho durante 28 dias.
Com endereço na Avenida Conceição, 876, Carandiru. Salomão tentou por várias vezes contato em quatro linhas, 2163-8800/2163-8814/3976-8518/2163-8846, em buscar de informação, sobre seu cadastro ativo no DTP, nenhuma linha funciona. Levantamento do CNPJ, na Receita Federal, com abertura em 1997, continua ativo, com um telefone a disposição, 2163-8814, que também não funciona.
Salomão foi até o local
Dando sequência nas informações, dia 27 de fevereiro, Salomão foi até o endereço na Avenida Conceição, 876, Carandiru, procurar o responsável da Expo-Táxi. No local funciona uma academia. Conversou com os proprietários, informaram que estão no local há cinco anos. “Sabem que funcionou um serviço de táxi neste local, não temos informações de sua existência. Sempre chega correspondência procurando essa rádio-táxi, não recebemos, porque não temos contato e sabemos de sua existência”, informou a responsável da academia.
Salomão foi até o Expor Center Norte, em busca de informações, de taxista que pudesse dar informações da Expo-Táxi, não encontramos táxi no local. Conversamos com o segurança, informou que os táxis que trabalham no local, não tem identificação de rádio-táxi. Entramos em contato com o Senhor Marco Antônio do (DTP), informou que tem táxi rodando, com a identificação desta Rádio-Táxi. Diante desta informação, procuramos táxi com identificação e não encontramos. Se você trabalhou nesta rádio-táxi, e o TC consta em seu alvará, é bom providenciar a baixa, para evitar apreensão, como ocorreu com Daniel. O valor cobrado pelo (DTP), para baixar é R$ 645,90, o mesmo valor para incluir.
Diretor do (DTP) intima.
Intimação São Paulo, 02 de fevereiro de 2024. Processo SEI nº. 6020.2024/0005450-1 Assunto: BAIXA TC 042-0 – ALVARA 011.105-27 (Alega falência da empresa) O Diretor do Departamento de Transportes Públicos INTIMA a pessoa jurídica EXPO-TAXI COMUM RADIO LTDA-ME , TC nº 42-0, a comparecer ao Setor de Certidões no DTP Rua Joaquim Carlos, 655. Pari – bloco “C” – munido (a) de documentos no horário das 08h00 às 16h00, no prazo máximo de 05 (cinco) dias, a partir desta publicação. O processo foi deferido em 21 de fevereiro, sem resposta da Expo-Táxi, data em que foi liberado o taxista Daniel em trabalhar.
Pneu rodaria 10 mil quilômetros, foi retirado por decisão dos fiscais
Por ser um setor comandando por político, cria-se dificuldade para depois aparecer com solução. Outro taxista teve seu carro apreendido na rodoviária do Tietê, há três dias havia entrado em uma Rádio-Táxi e não contava o TC no alvará por falta de agendamento.
Pedro Guilherme, coordenador do ponto Metrô São Judas, Jabaquara, seu táxi também foi apreendido no Aeroporto de Congonhas, os argumentos dos fiscais pneus, careca. Pedro tentou evitar apreensão informando que os pneus de seu táxi não estavam careca, nada adiantou seu táxi foi levado para o pátio.
“Os pneus que me obrigaram trocar, em qualquer veículo rodaria dez mil quilômetros, para não levarem meu carro, solicitei segurar o alvará e Condutax, que no dia seguinte apresentava o carro na vistoria, com os pneus trocados, nada adiantou seu táxi foi levado para o pátio. Tudo que vem acontecendo conosco, dar a entender, ser participação política, para criar situação de revolta e depois aparecer com solução”, questionou o coordenador.
“Nós taxistas já entendemos todas as manobras política, para conquistar nossos votos. A classe precisa de um representante que nos defenda e não nus usem como vem ocorrendo. Esse ano é um ano eleitoral, espero uma resposta positiva dos companheiros para à mudança, tirando de nosso meio político enganador”, questionou o coordenador Guilherme.
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