Taxista promete entrar na Justiça contra a prefeitura por apreensão injusta de seu táxi
Os fiscais do DTP Departamento de Transporte Público, apreenderam o táxi de Francisco Donizete, município de Cotia, no Aeroporto de Congonhas, que veio atender uma passageira de Santa Catarina, que tem negócios pelo interior, Quando vem a São Paulo, solicita seu serviço. A matéria foi publicada na Folha do Motorista e deu grande repercussão entre os taxistas do interior.
Taxistas, do litoral e cidade do interior, solidários ao taxista Francisco Donizete. Passaram seus recados para o poder público de São Paulo. “O passageiro, quando chama, saímos da cidade onde trabalhamos para apanhar o passageiro em Congonhas ou Guarulhos, na maioria das vezes ficamos o dia com esse passageiro, visitando cidade do interior, tratando de seus negócios. Depois retorna ao Aeroporto”. “Onde está a irregularidade? Para apreender o carro”, perguntou um taxista do litoral que vem sempre a São Paulo.
“Não estamos tirando passageiro de taxista da capital, e sim atendendo aquele de nosso município que solicita o nosso serviço quando vem a São Paulo. O que a fiscalização fez com o amigo de Cotia é uma injustiça. Além de apreender o carro, retirar a passageira de seu táxi”, questionou o taxista.
“Sou taxista há 41 anos no município de Cotia, há anos atendo a Senhora Depieri Paloschi de Santa Catarina, seu marido e filhos, sempre que vêm a São Paulo, tratar de seus negócios, nunca tive problema em lhe atender. Em junho, ao atender ela os fiscais, com suas malas de meu táxi, quando retornava ao município de Cotia, decisão que considero injusta”, citou Francisco.
“O veículo só foi liberado quatro dias após com o pagamento de R$ 1.536,80, sendo R$ 928,00 de guincho, sem ser usado”. “Um fiscal levou rodando até o pátio do DTP, na Rua Santa Rita, bairro do Pari, gastando minha gasolina”. “Além de uma multa que me aplicaram com o veículo em seu poder.”
“Exigiram uma declaração da Prefeitura de Cotia, provando que o veículo é um táxi, achei um absurdo das autoridades deste setor. Meu carro é um Corolla, táxi, ano 2024, tudo legalizado. Apresentei os documentos, alvará de estacionamento da Prefeitura de Cotia, guia de aferição do taxímetro do IPEM, nada adiantou. Fui obrigado a recorrer à Secretaria dos Transportes de Cotia e solicitar o documento exigido. O pessoal da Secretaria achou um absurdo, do setor de táxi da prefeitura de São Paulo”, citou Francisco.
“Vou entrar com processo contra a prefeitura pedindo indenização e a devolução das despesas pagas pela apreensão injustamente de meu táxi. Não vim de Cotia trabalhar em São Paulo e sim atender uma cliente que presto serviço a ela há seis anos quando vem a São Paulo tratar de seus negócios em varias cidade do interior, iniciando pelo município de Cotia”.
Se o guincho fosse usado o valor máximo seria R$ 300,00
Diante do valor cobrado de Francisco, sem ser usado o guincho. A redação da Folha do Motorista pesquisou no mercado o valor de guinchada de Congonhas até o pátio do DTP no Parí, no máximo de R$ 25,00 a R4 300,00.






Deixe um comentário